
GV ANGELS - Do conhecimento à marca: como transformar expertise em negócio escalável
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MINIMAL participa do painel da GV Angels
Do conhecimento à marca: como transformar expertise em negócio escalável
Em um mercado que muda mais rápido do que nunca, dominar um conhecimento técnico não é mais suficiente. A nova fronteira do sucesso está em transformar expertise em marca, e marca em negócios escaláveis. Esse foi o eixo da Masterclass “Do Conhecimento à Marca”, promovida pelo GVAngels e Alumni FGV EAESP, que reuniu profissionais de diferentes áreas para discutir um dos temas mais urgentes da atualidade: como fazer o conhecimento trabalhar por você e não o contrário.
O modelo mudou — e o produto é vocêNa abertura da Masterclass, Eduardo Camargo, Head Fintech da Juntos Cash e MBA Link, apresentou um diagnóstico claro: a maior parte dos profissionais altamente especializados ainda vive presa a um modelo que os impede de escalar: “o problema não é você. É o modelo. E o modelo é você ser o produto", reforça.
Segundo Eduardo, o mercado está repleto de profissionais de excelência técnica que vendem horas, e não valor. Eles são o próprio negócio: o marketing depende deles, o financeiro depende deles, o crescimento depende deles. É o ciclo da autoexploração do conhecimento.O caminho para quebrar esse ciclo é o da sistematização da expertise, criando produtos, plataformas, comunidades ou métodos que permitam monetizar o saber sem depender exclusivamente da execução individual.Três caminhos para transformar conhecimento em negócioEduardo apresentou um framework simples, mas poderoso, que explica como transformar conhecimento técnico em um negócio que gera impacto e escala. O processo passa por três dimensões:TempoO primeiro passo é liberar tempo. Automatizar, delegar e organizar tarefas para sair da operação e abrir espaço para a criação. Para ele, “Você só deve fazer o que só você sabe fazer.”DistribuiçãoConstruir audiência e autoridade antes mesmo de ter um produto. Validar dores reais, criar comunidades, palestrar, escrever, ou seja, distribuir valor para testar o interesse do mercado.ConhecimentoPor fim, transformar a expertise em um modelo de negócios validado: um método, produto ou serviço que possa ser replicado. É o momento de pensar em funding, parcerias e escala. Esse ciclo de eficiência, distribuição e validação, é o que permite transformar o saber técnico em um ativo empresarial. O que antes era o seu ofício, torna-se um sistema.
Quando o conhecimento ganha forma: os cases Minimal e NuquePara ilustrar esse processo, dois cases apresentados na Masterclass mostraram que o conhecimento, quando bem aplicado, pode gerar negócios que unem propósito, estética e eficiência.
Nuque Arquitetura: transformar espaços é transformar pessoasCom mais de 20 anos de história e mais de 560 projetos realizados, a Nuque nasceu do desejo de criar acolhimento, incentivar conexões e proporcionar bem-estar por meio do design.A mudança de nome e posicionamento, inspirada no termo mapuche Kuyén Ñuque (lua cheia e mãe ancestral), representa a evolução de uma marca que une ancestralidade, força e sabedoria, valores que se materializam em cada espaço criado. Segundo Paity Piemonte, Diretora de Marketing e Growth da empresa, “Arquitetura é mais do que desenhar espaços. É gerar conexões, materializar histórias e construir legados".Ao transformar sua expertise técnica em uma narrativa de marca, a Nuque elevou seu posicionamento e consolidou sua autoridade em um segmento competitivo, provando que conhecimento com propósito é um ativo de marca.
Minimal: o design que levou o “home” para o “office”A Minimal Design é outro exemplo de como transformar um olhar técnico em um conceito de negócio. A marca nasceu da pergunta: por que o escritório precisa ser frio?Da resposta surgiu o movimento “home no office”, que inspira mobiliários com conforto, acolhimento e estética funcional, unindo ergonomia e lifestyle. Com design contemporâneo e produção nacional, a Minimal transformou o que antes era apenas mobiliário em uma experiência.Seu diferencial não está apenas na forma, mas na filosofia: levar a alma da casa para o trabalho. É conhecimento técnico transformado em uma linguagem de marca que emociona e conecta. Do especialista ao criador de valor.
Os três exemplos, Eduardo, Nuque e Minimal, convergem para a mesma mensagem: o futuro pertence a quem entende que o conhecimento não é um fim, mas o começo de algo maior.Transformar expertise em marca é compreender que autoridade não se constrói apenas com diplomas ou entregas, mas com propósito, clareza e posicionamento. É deixar de ser o produto e passar a criar produtos; deixar de atender clientes e começar a inspirar comunidades. Em um ecossistema que valoriza inovação, propósito e impacto, o profissional que aprende a escalar seu conhecimento não só prospera, ele lidera a transformação.







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